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The Brutalist 2025: A Terra Esquecida e o Sonho do Renascimento

“The Brutalist” é um drama épico com um profundo senso de época. Dirigido por Brady Corbett, conta a história de um sobrevivente judeu húngaro do Holocausto em busca de seus sonhos nos Estados Unidos.

O filme usa uma linguagem de câmera altamente artística e um estilo deprimente e frio para revelar a história de um arquiteto reconstruindo sua vida a partir das ruínas.

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The Brutalist

O filme é contado da perspectiva de imigrantes do pós-guerra, usando o estilo arquitetônico “Brutalismo” para retratar metaforicamente o trauma interno e a tenacidade do protagonista, entrelaçando habilmente emoções pessoais com o contexto da época.

Desde o início, The Brutalist usa composições simples e precisas para concretizar o trauma da guerra, as barreiras culturais e as lutas individuais em símbolos visuais.

O protagonista Lukosh (interpretado por Adrien Brody) é como uma torre de concreto solitária, isolada, mas forte na sociedade americana desconhecida.

Rudeza e elegância: um experimento narrativo estilizado

O maior destaque de “The Brutalist” é sua técnica de direção altamente estilizada. Brady Corbett dá continuidade à estética experimental que desenvolveu em Childhood’s End e The Sound and the Fury.

Com a ajuda de tomadas estáticas, fotografia em preto e branco e estrutura baseada em capítulos, a narrativa ganha uma textura poética e fragmentada. Esse estilo narrativo, até certo ponto, intensifica a experiência emocional de alienação e marginalização do protagonista.

O filme apresenta diversas montagens de obras de construção, que lembram a cena de Lukosh desenhando sozinho em frente a uma planta, formando uma forte metáfora. “The Brutalist” não é apenas um filme sobre arquitetos, mas também uma jornada espiritual sobre “construir a si mesmo”.

O brutalismo é realmente frio e cruel?

Embora “Brutalismo” signifique literalmente “brutalismo”, “O Brutalista” tenta subverter a incompreensão do público sobre esse estilo arquitetônico.

Nas mãos de Lukos, esse estilo não pretende expressar poder e ordem, mas sim uma forma de resistir ao esquecimento e à assimilação. O que ele criou com concreto, aço e vidro não é apenas um edifício, mas também um recipiente de memória. – The Brutalist

“Seus prédios são ofensivos porque são honestos demais”, diz um cliente rico, porém excêntrico (interpretado por Guy Pearce) a Lukosh no filme.

Esta linha de diálogo aponta o cerne espiritual de “O Brutalista”: enfrentar o trauma e expô-lo ao sol sem disfarces. Nesse sentido, o filme não é apenas um registro da reconstrução do pós-guerra, mas também um apelo ao senso de responsabilidade dos artistas.

Descrição do relacionamento entre Lukosh e Esther

As pistas emocionais entre Lukosh e sua esposa Esther (Felicity Jones) no filme também são um ponto de apoio importante para conduzir a trama. O apoio mútuo inicial dos dois e a posterior divergência de valores são um verdadeiro reflexo do colapso interno e da reconstrução de Lukasz.

The Brutalist

Em “O Brutalista”, o amor não é idealizado, mas faz parte do cabo de guerra entre emoção e racionalidade, lentamente desgastado pelo tempo e pela realidade.

À medida que Lukosh gradualmente ganhou reconhecimento social, suas obras se tornaram mais calmas e distantes, gradualmente se afastando das raízes emocionais que o inspiraram inicialmente.

Essa mudança é particularmente evidente em várias cenas na última parte do filme, especialmente quando os dois homens encaram o edifício icônico concluído; o silêncio e a distância em seus olhos são comoventes.

A crítica brutalista à realidade

Embora disfarçado de arte e estética, “O Brutalista” é, na verdade, uma obra com grande crítica realista. Ele não apenas questiona a aparência do Sonho Americano, mas também se aprofunda nos sacrifícios culturais e na eliminação da identidade por trás do “sucesso”. Os edifícios de Lukosh estão surgindo um após o outro, mas ele, como indivíduo, está se tornando cada vez mais vago.

“The Brutalist” retrata a ansiedade da identidade e a opressão invisível dos excluídos pela sociedade com traços calmos e contidos.

Este filme não é abertamente sensacionalista, mas sua tensão emocional é sempre intensa, fazendo com que as pessoas se identifiquem com o protagonista inconscientemente.

O Brutalista é um clássico dos nossos tempos?

Em um contexto contemporâneo que enfatiza a diversidade e a inclusão, “O Brutalista” parece particularmente frio e silencioso. Ele não atende nem agrada, mas usa imagens pesadas e emoções profundas para enfrentar as sombras da história e das lutas individuais.

O diretor Brady Corbett não deu uma resposta clara, mas levantou uma questão difícil: Na construção da sociedade, também estamos nos perdendo?

No final do filme, Lukosh está em frente a um prédio recém-construído com uma expressão vazia. A música de fundo desaparece gradualmente, deixando apenas o som do vento soprando no concreto. Não se trata apenas de um olhar para o edifício, mas também de um olhar para “pessoas”.

The Brutalist

Por essa razão, The Brutalist não é apenas uma biografia de um arquiteto em particular, mas uma metáfora para a sobrevivência de cada um de nós neste mundo barulhento.

Com uma linguagem estética séria, ele levanta questões que realmente valem a pena serem ponderadas pelo público: à medida que o mundo se torna cada vez mais “padronizado”, “eficiente” e “padronizado”, para onde irão as crenças e os sonhos individuais?

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